Ao
longo dos próximos dias, eles continuaram indo por estradas e caminhos
arborizados. Eventualmente, eles teriam que se aventurar em uma área mais
povoada para reunir suprimentos, mas ambos, Blaine e Kurt, estavam esperando
adiar isso por tanto tempo quanto possível.
Kurt ainda não sabia bem
o que pensar sobre esse homem estranho que tinha sacrificado tudo para
ajudá-lo.
Ele, em partes iguais,
queria confiar em Blaine, e queria descobrir quais eram suas intenções. Blaine
estava apenas planejando vender Kurt para outra pessoa? Se for assim, por que
ser tão bem-humorado, quando tudo o que ele teria que fazer era prender ele em
ferro e jogá-lo na parte de trás do carro? Será que ele estava simplesmente
brincando com Kurt? O que exatamente ele estava tentando tirar de tudo isso?
Uma coisa era certa.
Blaine era, ou inimaginavelmente gentil, ou inimaginavelmente cruel.
Kurt tinha um senso muito
forte de que Blaine não era um homem cruel, e ele não tinha certeza se essa
convicção crescente era mais reconfortante, do que era aterrorizante. Se Blaine
estavam realmente apaixonado por Kurt como ele dizia...
Kurt
tinha ouvido dizer que nem todos os homens humanos olhavam para os Sidhe. Ele
apenas nunca experimentou isso pessoalmente, e era mais do que um pouco
enervante.
Blaine tinha sido
ensinado por seu irmão mais velho para reverenciar os Sidhe. Kurt também tinha
ouvido falar sobre isso, ouviu dizer que as coisas nem sempre foram assim entre
os humanos e os Sidhe em Villalu. E não poderia ter sido há muito tempo, ou o irmão
mais velho de Blaine não teria falado a ele. Mas vidas humanas eram tão curtas,
e eles tratavam o trecho de uma única geração como uma eternidade.
Kurt, e
não pela primeira vez, desejou que ele tinha feito mais esforço para aprender
sobre a sociedade humana antes de seu rito. Se soubesse disso, não teria se
deixado adormecer naquela clareira, completamente à vontade, como se nada no
mundo pudesse tocá-lo.
Tinha sido sua primeira
viagem em Villalu. Ele não conseguiu voltar para seu casamento no dia seguinte.
Eles haviam viajado
durante cerca de uma semana, quando Blaine perguntou a ele sobre isso. Eles
estavam andando em um ritmo razoavelmente suave, as árvores que ladeavam a
estrada de terra, brilhando a luz do sol. Era um dia quente e agradável, eles
haviam tomado recentemente comida e bebida, e estavam viajando em um silêncio
confortável durante a maior parte de uma hora.
Kurt estava guiando;
Ambos concordaram que ficaria estranho se Blaine estivesse segurando as rédeas,
em vez de seu
"escravo", se outro ser humano cruzasse seu caminho. Blaine tinha se
juntado a Kurt no poleiro, os braços, ocasionalmente, roçando levemente juntos
quando Kurt puxava as rédeas.
"Então... Kurt, eu,
quero dizer, você não tem que me responder, se você preferir não falar sobre
isso, mas eu estava, hum, pensando... Quero dizer..."
Kurt sorriu. Ele se
encontrou sorrindo mais na semana passada que ele provavelmente fez nos últimos
cinco anos. Mas Blaine era
realmente muito fofo quando ele ficava nervoso e afobado.
"Está tudo bem,
Blaine, você pode me perguntar. Se eu não quiser responder, eu não vou."
Blaine sorriu de volta.
"Bem, eu só estava me perguntando quando e, talvez, como você foi... você
sabe, pego? Você realmente não
tem que responder, Kurt."
Kurt
levou um momento para apreciar o pedido. Ele não tinha certeza se ele queria
falar sobre isso. Então, novamente, a terceira Anciã sempre disse a ele que os
deuses criaram língua para curar a alma. Kurt não tinha falado com ninguém
sobre sua experiência. Seus proprietários, obviamente, não se importavam em
ouvi-lo, e os poucos outros Sidhe que ele tinha sido autorizado a conversar, de
vez em quando, não queriam falar sobre o horror que foi a sua captura e
escravização. Eles queriam falar sobre suas antigas vidas, suas verdadeiras
vidas. Eles queriam falar em sua língua nativa com outro ser apenas para
lembrar-se de que não tinha sido um sonho, que a vida não tinha sido sempre
sobre desespero e sobrevivência.
Ele
sentiu como se estivesse prestes a chorar de novo. Ele se perguntou, por que é
que ele e Blaine pareciam passar tanto tempo fazendo um ao outro sorrir e
chorar?
"Kurt, você não
te-"
"Blaine, quieto.
Isto não é como me perguntar sobre uma ida ao mercado. Vai me deixar triste.
Você vai ser capaz de suportar isso?"
Blaine engoliu
nervosamente, mas acenou com a cabeça quando Kurt olhou para ele com o canto do
olho.
"Tudo
bem, então. Foi à cerca de cinco anos atrás, eu acredito, eu não estou
totalmente certo. Tento prestar atenção às estações e à lua, mas eu fiquei em
uma masmorra durante, acredito, poucos meses, o que acabou com a minha
orientação, um pouco."
"C-cinco anos?
Uma masmorra... oh, Kurt..."
"Eu estava em uma
viagem tradicional chamado rito nupcial. Todo jovem Sidhe deve completar o Rito
no dia antes de se casar. Nós viajamos a um dos vários locais sagrados, e
estamos destinados a... Hmmm... ao que nós chamamos de caminhada da alma? Um
pouco como a meditação, eu suponho, mas com a ajuda de um alucinógeno suave. O
ponto é fazer um balanço de si mesmo, de seu noivo. O caminhante da alma leva a
viagem sozinho, não fala com ninguém, e em seguida, retorna para declarar
oficialmente a intenção de se casar ou a intenção de retirar-se da união.
Geralmente é mais uma formalidade do que qualquer outra coisa, mas eu... "
"Então, eles
prenderam você enquanto você estava med- uh, caminhando?"
Kurt suspirou. "Não.
O lugar está em terreno protegido. Mas a viagem da minha aldeia para o lugar me
levou através da área leste de Villalu, apenas por alguns quilômetros. E eu...
Eu era incrivelmente estúpido. Era incrivelmente jovem e incrivelmente estúpido,
Blaine, e é assim que eu fui pego. "
"Não, não foi culpa
minha. Mas poderia ter sido evitado. Na verdade, eu parei e tirei uma soneca em
solo Villalu!" Kurt riu
asperamente. "Eu
tinha acabado de terminar o rito, e eu estava no meu caminho para casa, e eu
estava pronto para me casar, e tudo parecia tão perfeito. Era um dia bonito,
muito parecido com este, de fato, e eu parei para descansar e comer algumas
gramíneas doces. Adormeci e, quando acordei, havia homens jogando correntes de
ferro em mim."
Blaine apenas olhou para
ele, com grandes olhos castanhos.
Aqueles olhos tiveram um
efeito sobre Kurt que ele não entendia.
Kurt se perguntou se
deveria compartilhar esta próxima parte. Talvez fosse muito íntimo, talvez
fosse simplesmente demais. Mas ele nunca tinha dito isso em voz alta, e ele
sentiu como se talvez ele finalmente tivesse que falar.
"Na primeira
noite..." Kurt tomou uma respiração profunda, tremendo, com os olhos
duros, fixos na estrada e não em Blaine.
"Eu...
eu nunca tinha estado com um homem antes. Minha noite de núpcias ia ser a minha
primeira vez. Mas eles só... eles só me revezaram. Eles... deuses, foi tão
aterrorizante."
Kurt odiava que ele
tivesse começado a chorar de novo. Ele odiava que Blaine estava, provavelmente,
chorando também. Ele odiava que a história o fez soar como um fraco, uma vítima
tão patética.
Kurt sentiu Blaine puxar
suavemente as rédeas das mãos de Kurt. Blaine puxou-os para uma parada, e
voltou-se para ele.
"Kurt, eu posso te
abraçar?"
A
doçura e a formalidade do pedido só fizeram Kurt chorar mais forte, mas viu-se
balançando a cabeça, porque não, ele não tinha sido abraçado em cinco longos
anos.
Blaine
puxou delicadamente Kurt para ele, e passou os braços ao seu redor, com
ternura. Kurt descansou a cabeça na curva do pescoço de Blaine e sua túnica se
manchou com uma enxurrada de lágrimas. Blaine acariciou suas costas suavemente,
apenas segurando ele.
Ficaram assim por um longo
tempo.
Finalmente, Blaine falou.
Era um murmúrio, tão suave que Kurt não teria sido capaz de ouvi-lo, se ele não
estivesse tão perto.
"Como foi que eles
nunca conseguiram quebrá-lo?"
Kurt fungou ligeiramente.
"Eles quebraram."
"Não, Kurt, eles não
o fizeram. Seus olhos... eles não são como os outros. Seus olhos são livres. Em
cinco anos, você nunca deixou ninguém tirar isso de você. Nem consigo... você é simplesmente
fantástico."
"Eu... eu me sinto
muito quebrado, Blaine." A voz de Kurt era muito baixa. Blaine abraçou
mais apertado.
"Claro que sim. Mas
você não esta. Você é forte e feroz, vivo e inteiro. posso vê-lo, mesmo
se você não fizer isso, Kurt. Isso
foi o que fez me apaixonar por você."
Kurt
ficou tenso um pouco, e Blaine afrouxou o aperto, mas Kurt não o afastou.
Depois de um momento, ele relaxou de volta para o abraço.
"Não que eu pensei
que você fosse frágil e fraco", continuou Blaine, "é que eu sabia
que você era incrível e poderoso e cheio de fogo. Não importa o que fizeram com você, Kurt, e não
importa que eles fizeram você pensar que estava escolhendo
fazer isso, para se manter vivo, eles nunca realmente te tocaram. Duvido que
eles tenham chegado perto."
Kurt estremeceu.
"Dronyen ficou muito perto", ele sussurrou. "Se você não
tivesse... eu não sei o quanto mais eu tinha
restando em mim, Blaine. Acho que ele realmente queria me destruir."
"Ele queria",
Blaine concordou dolorosamente. "Mas ele não vai."
Kurt respirou fundo
contra o tamborilar constante dos batimentos cardíacos de Blaine.
"Eu realmente espero
que tudo isso seja verdade, Blaine. Espero que você não seja apenas um tipo
diferente do sádico que Dronyen é. Porque eu vou te dizer uma coisa agora, e
isso vai me deixar completamente indefeso."
Blaine respirou fundo,
mas não falou. O que ele poderia dizer?
"Eu... eu acho que eu confio em você. Na verdade,
eu sei que eu confio em você. E se você me trair agora, vai me quebrar.
total e completamente. "
Kurt levantou a cabeça do
peito de Blaine e olhou-o nos olhos.
"Você tem o poder de
me quebrar, Blaine", repetiu ele. "E isso... isso é tudo o que eu
queria dizer."
Kurt olhou, esmagado pela
intensidade nos olhos de Blaine. Ele sentiu Blaine mover a mão suavemente para
a maçã do rosto de Kurt.
"Eu prometo que não
vou te trair, Kurt", disse ele simplesmente.
Blaine.
Sentia-se amado e seguro de uma forma que só tinha vivido em memórias
fantasmas, juntando teias de aranha em seu coração, por muito tempo.
"Obrigado",
Kurt respirava. "Por... só... obrigado."
Blaine
sorriu enquanto Kurt reclinou a cabeça para trás e para baixo, na curva de seu
pescoço.
"Obrigado por
confiar em mim", respondeu ele.
Naquela
tarde, encontraram-se cavalgando pela primeira vila inevitável de sua jornada.
Eles pararam para alimentar ambos os cavalos e eles mesmos, e para repor o
material que tinha começado a diminuir. Era uma pequena aldeia, e não uma rica,
o que significava que todos os olhos estavam sobre
Kurt. Blaine tinha que
tratá-lo como um escravo, e Kurt tinha que tratar Blaine como seu mestre.
Qualquer coisa fora do comum poderia se tornar uma história digna de ser
contada, e isso simplesmente não era uma opção.
Foi incrivelmente
estranho, especialmente dada a doçura de sua conversa mais cedo naquele dia.
Blaine soltou ordens,
dizendo a Kurt o que buscar para ele e fazendo Kurt carregar fardos pesados,
completamente sozinho, quando Blaine poderia facilmente tê-lo ajudado.
Blaine fez o seu melhor
para se desculpar com os olhos sempre que a oportunidade se apresentou. A cada
vez, Kurt respondeu com um olhar silencioso de simpatia e compreensão, e Blaine
sabia que ia ficar tudo bem entre eles.
Eles estavam sentados em
um grande banco perto de um conjunto de lojas, aproveitando o sol, quando um
homem se aproximou deles. Kurt
estava comendo uma maçã e Blaine estava comendo um pedaço de queijo com pão.
O homem aproximou-se
deles, com um sorriso suave, seus olhos duros como rocha.
"Olá, senhor, Grade
é meu nome. Eu não acredito que já tive o prazer de te conhecer, antes."
Blaine olhou com um olhar
praticado de tédio irritado. "Jor", disse ele. "Só de passagem. No caminho para B'aufe".
"Prazer em
conhecê-lo, Jor. Diga, é um elfo muito bonito, que você tem aí. Posso?"
As mãos de Grade estavam
prontas para tocar Kurt.
"Não, você não
pode", disse Blaine, tentando manter a voz o mais uniforme possível.
"Não está à venda."
"Bem, veja, eu entendo
isso. Uma criatura como esta, você quer segurar por algum tempo. Mas alguns
amigos e eu, poderíamos ser capaz de arranjar um pouco de moedas, se é que você
me entende. Você vai ficar na
cidade, hoje à noite? "
"Não",
disse Blaine com firmeza. Um pouco demasiado firmemente. "Tenho que voltar
pra estrada. Prazer em conhecê-lo, no entanto." Blaine ficou de pé e
acenou para Kurt segui-lo.
Grade fechou a mão em
torno do pulso de Kurt. Blaine se virou.
"O que eu posso te
dar por quinze minutos com ele, Jor? Tenha um coração. Nós não temos muita
carne de qualidade por aqui."
Blaine pegou Grade pelas
lapelas e bateu-o contra o banco.
"Eu sinto muito,
Grade, mas eu pareço um homem que precisa de seu dinheiro?" ele assobiou.
"Eu pareço um homem que gosta de compartilhar seus brinquedos?"
Ele empurrou Grade para o
banco, com força.
"Vamos," Blaine
murmurou para Kurt. "Precisamos dar o fora daqui agora."
"Oh,
então é assim, não é?" Grade
chamou atrás deles. "Vocês são só um par de meninos indo pra Khryslee, não é? Bem, eu
não quero o seu elfo selvagem imundo de qualquer maneira, sua abominação!"
Kurt e Blaine conseguiram
voltar para o carro em tempo recorde. Kurt tomou as rédeas e conduziu-os a
leste para fora da aldeia. Uma vez fora de vista, eles seguiram em um grande
círculo, até que foram no sentido oeste, mais uma vez.
Eles não falaram por um
bom tempo.
Finalmente, Blaine disse:
"Sinto muito, Kurt."
"Você diz isso
muito, você sabe."
"Bem, eu sinto que
eu deveria."
"Blaine, você não
tem nada que se desculpar. Estou feliz por nós deixarmos aquele horrível
lugarzinho. Pequenas aldeias são, com certeza, o pior. Você sabe que é
considerado maus modos, não alugar o seu escravo por um preço justo, no
entanto. "
"Tudo bem. Então eu
tenho maus modos. Pelo menos eu tenho uma alma."
"Isso
você certamente tem." Kurt sorriu, tentando derreter um pouco da tensão
que Blaine estava claramente carregando desde o confronto.
"Kurt?"
"Sim?"
"Você sabe do que
ele estava falando? Khryslee?"
Kurt ficou em silêncio
por um momento.
"Sim," ele
finalmente disse.
Blaine esperou por Kurt
para continuar. Quando ele não o fez, Blaine pressionou.
"O que é isso?"
"É um lugar."
"Bem, sim, eu meio
que entendi isso. O que ele quis dizer? Que tipo de lugar é esse? Eu não acho
que eu já ouvi falar disso antes."
Kurt suspirou e parou a
carruagem.
"Pegue um de seus
mapas."
Blaine o fez, e Kurt se
inclinou nele.
"Vê... lá?" Ele
traçou o que parecia ser uma estreita faixa, logo após a entrada para as Terras
das Fadas.
"É
perto da fronteira Villalu, realmente. Você tem que passar por..." (Ele
falou o nome, e foi totalmente impronunciável para Blaine) "... só por um
pouco, e então aí está você. Estas são terras altamente protegidas. Daqueles
que desejam viver lá, só alguns são bem-vindos. Mas é o único lugar que eu conheço onde... "
"Onde...?"
O coração de Blaine
começou a bater em seu peito. Kurt estaria dizendo a ele... o que ele quis
dizer...?
"Sim", Kurt
respondeu à pergunta nos olhos de Blaine "seres humanos e Sidhe vivem lá
como companheiros, mas outros fazem também. Mulheres humanas que se amam e não
querem viver como propriedade dos homens, homens humanos que querem estar um
com o outro em vez de tomar um escravo e se casar com uma mulher que não
desejam, casais Sidhe não abençoados... " Kurt deu de ombros. "É suposto ser um
lugar bonito", completou.
"Soa bonito," Blaine
respirava.
Kurt riu. "Eu quis
dizer a paisagem. A flora e a fauna. É para ser bastante exuberante. Mas
é muito raro qualquer um ver, a menos que eles estejam planejando se mudar... Permanentemente."
"Será que... eles
permitem que pessoas entrem sozinhas?"
Kurt ergueu as
sobrancelhas em questão.
"Eu só quis dizer...
bem, uma vez que você chegar em casa, eu vou precisar descobrir um plano para
mim. Eu não posso ficar em Villalu, e eu sinto que eu não seria particularmente
bem-vindo no país das fadas... "
"Esse sentimento
está correto", confirmou Kurt.
"Então, eu me
pergunto se... bem, talvez eu pudesse ir para Khryslee. Acho que eu poderia
viver em um lugar como esse."
Kurt o estudou. Blaine tinha ficado bastante
proficiente em ler as expressões de Kurt em um pequeno espaço de tempo, mas
essa não foi uma delas. Este olhar era um mistério absoluto.
"Eu não sei, Blaine,
mas eu acho que você deveria tentar", disse ele, finalmente, pegando as
rédeas de volta e seguindo em seu caminho.
Na
aldeia de G'auri, um mensageiro real entrega um pergaminho para o mordomo. O
mordomo pendura na janela da loja de suprimentos em geral, onde todos os avisos
importantes foram colocados em exposição.
No caminho para casa a
partir da taverna, ainda se sentindo frustrado e irritado de um incidente mais
cedo naquele dia, um homem chamado Grade pára para estudar o pergaminho.
Parecia que um dos
cortesãos do príncipe Dronyen havia fugido com um monte de ouro, bem como um
escravo Sidhe especial, de alta qualidade. O palácio estava oferecendo uma
recompensa por qualquer informação que possa levar à captura deste homem.
Grade leu a descrição
física do criminoso em geral.
Ele sorri para si mesmo.


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