quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Capítulo 4 - The Sidhe



Ao longo dos próximos dias, eles continuaram indo por estradas e caminhos arborizados. Eventualmente, eles teriam que se aventurar em uma área mais povoada para reunir suprimentos, mas ambos, Blaine e Kurt, estavam esperando adiar isso por tanto tempo quanto possível.

Kurt ainda não sabia bem o que pensar sobre esse homem estranho que tinha sacrificado tudo para ajudá-lo.

Ele, em partes iguais, queria confiar em Blaine, e queria descobrir quais eram suas intenções. Blaine estava apenas planejando vender Kurt para outra pessoa? Se for assim, por que ser tão bem-humorado, quando tudo o que ele teria que fazer era prender ele em ferro e jogá-lo na parte de trás do carro? Será que ele estava simplesmente brincando com Kurt? O que exatamente ele estava tentando tirar de tudo isso?

Uma coisa era certa. Blaine era, ou inimaginavelmente gentil, ou inimaginavelmente cruel.


Kurt tinha um senso muito forte de que Blaine não era um homem cruel, e ele não tinha certeza se essa convicção crescente era mais reconfortante, do que era aterrorizante. Se Blaine estavam realmente apaixonado por Kurt como ele dizia...

Kurt tinha ouvido dizer que nem todos os homens humanos olhavam para os Sidhe. Ele apenas nunca experimentou isso pessoalmente, e era mais do que um pouco enervante.

Blaine tinha sido ensinado por seu irmão mais velho para reverenciar os Sidhe. Kurt também tinha ouvido falar sobre isso, ouviu dizer que as coisas nem sempre foram assim entre os humanos e os Sidhe em Villalu. E não poderia ter sido há muito tempo, ou o irmão mais velho de Blaine não teria falado a ele. Mas vidas humanas eram tão curtas, e eles tratavam o trecho de uma única geração como uma eternidade.

Kurt, e não pela primeira vez, desejou que ele tinha feito mais esforço para aprender sobre a sociedade humana antes de seu rito. Se soubesse disso, não teria se deixado adormecer naquela clareira, completamente à vontade, como se nada no mundo pudesse tocá-lo.

Tinha sido sua primeira viagem em Villalu. Ele não conseguiu voltar para seu casamento no dia seguinte.

Eles haviam viajado durante cerca de uma semana, quando Blaine perguntou a ele sobre isso. Eles estavam andando em um ritmo razoavelmente suave, as árvores que ladeavam a estrada de terra, brilhando a luz do sol. Era um dia quente e agradável, eles haviam tomado recentemente comida e bebida, e estavam viajando em um silêncio confortável durante a maior parte de uma hora.

Kurt estava guiando; Ambos concordaram que ficaria estranho se Blaine estivesse segurando as rédeas, em vez de seu "escravo", se outro ser humano cruzasse seu caminho. Blaine tinha se juntado a Kurt no poleiro, os braços, ocasionalmente, roçando levemente juntos quando Kurt puxava as rédeas.

"Então... Kurt, eu, quero dizer, você não tem que me responder, se você preferir não falar sobre isso, mas eu estava, hum, pensando... Quero dizer..."

Kurt sorriu. Ele se encontrou sorrindo mais na semana passada que ele provavelmente fez nos últimos cinco anos. Mas Blaine era realmente muito fofo quando ele ficava nervoso e afobado.

"Está tudo bem, Blaine, você pode me perguntar. Se eu não quiser responder, eu não vou."

Blaine sorriu de volta. "Bem, eu só estava me perguntando quando e, talvez, como você foi... você sabe, pego? Você realmente não tem que responder, Kurt."

Kurt levou um momento para apreciar o pedido. Ele não tinha certeza se ele queria falar sobre isso. Então, novamente, a terceira Anciã sempre disse a ele que os deuses criaram língua para curar a alma. Kurt não tinha falado com ninguém sobre sua experiência. Seus proprietários, obviamente, não se importavam em ouvi-lo, e os poucos outros Sidhe que ele tinha sido autorizado a conversar, de vez em quando, não queriam falar sobre o horror que foi a sua captura e escravização. Eles queriam falar sobre suas antigas vidas, suas verdadeiras vidas. Eles queriam falar em sua língua nativa com outro ser apenas para lembrar-se de que não tinha sido um sonho, que a vida não tinha sido sempre sobre desespero e sobrevivência.

Ele sentiu como se estivesse prestes a chorar de novo. Ele se perguntou, por que é que ele e Blaine pareciam passar tanto tempo fazendo um ao outro sorrir e chorar?

"Bem", Kurt começou baixinho, com a voz um pouco trêmula.

"Kurt, você não te-"

"Blaine, quieto. Isto não é como me perguntar sobre uma ida ao mercado. Vai me deixar triste. Você vai ser capaz de suportar isso?"

Blaine engoliu nervosamente, mas acenou com a cabeça quando Kurt olhou para ele com o canto do olho.

"Tudo bem, então. Foi à cerca de cinco anos atrás, eu acredito, eu não estou totalmente certo. Tento prestar atenção às estações e à lua, mas eu fiquei em uma masmorra durante, acredito, poucos meses, o que acabou com a minha orientação, um pouco."

"C-cinco anos? Uma masmorra... oh, Kurt..."

"Eu estava em uma viagem tradicional chamado rito nupcial. Todo jovem Sidhe deve completar o Rito no dia antes de se casar. Nós viajamos a um dos vários locais sagrados, e estamos destinados a... Hmmm... ao que nós chamamos de caminhada da alma? Um pouco como a meditação, eu suponho, mas com a ajuda de um alucinógeno suave. O ponto é fazer um balanço de si mesmo, de seu noivo. O caminhante da alma leva a viagem sozinho, não fala com ninguém, e em seguida, retorna para declarar oficialmente a intenção de se casar ou a intenção de retirar-se da união. Geralmente é mais uma formalidade do que qualquer outra coisa, mas eu... "

"Então, eles prenderam você enquanto você estava med- uh, caminhando?"

Kurt suspirou. "Não. O lugar está em terreno protegido. Mas a viagem da minha aldeia para o lugar me levou através da área leste de Villalu, apenas por alguns quilômetros. E eu... Eu era incrivelmente estúpido. Era incrivelmente jovem e incrivelmente estúpido, Blaine, e é assim que eu fui pego. "

"Kurt, não foi culpa sua. Você não pode pensar"

"Não, não foi culpa minha. Mas poderia ter sido evitado. Na verdade, eu parei e tirei uma soneca em solo Villalu!" Kurt riu asperamente. "Eu tinha acabado de terminar o rito, e eu estava no meu caminho para casa, e eu estava pronto para me casar, e tudo parecia tão perfeito. Era um dia bonito, muito parecido com este, de fato, e eu parei para descansar e comer algumas gramíneas doces. Adormeci e, quando acordei, havia homens jogando correntes de ferro em mim."

Blaine apenas olhou para ele, com grandes olhos castanhos.

Aqueles olhos tiveram um efeito sobre Kurt que ele não entendia.

Kurt se perguntou se deveria compartilhar esta próxima parte. Talvez fosse muito íntimo, talvez fosse simplesmente demais. Mas ele nunca tinha dito isso em voz alta, e ele sentiu como se talvez ele finalmente tivesse que falar.

"Na primeira noite..." Kurt tomou uma respiração profunda, tremendo, com os olhos duros, fixos na estrada e não em Blaine.

"Eu... eu nunca tinha estado com um homem antes. Minha noite de núpcias ia ser a minha primeira vez. Mas eles só... eles só me revezaram. Eles... deuses, foi tão aterrorizante."

Kurt odiava que ele tivesse começado a chorar de novo. Ele odiava que Blaine estava, provavelmente, chorando também. Ele odiava que a história o fez soar como um fraco, uma vítima tão patética.

Kurt sentiu Blaine puxar suavemente as rédeas das mãos de Kurt. Blaine puxou-os para uma parada, e voltou-se para ele.

"Kurt, eu posso te abraçar?"

A doçura e a formalidade do pedido só fizeram Kurt chorar mais forte, mas viu-se balançando a cabeça, porque não, ele não tinha sido abraçado em cinco longos anos.

Blaine puxou delicadamente Kurt para ele, e passou os braços ao seu redor, com ternura. Kurt descansou a cabeça na curva do pescoço de Blaine e sua túnica se manchou com uma enxurrada de lágrimas. Blaine acariciou suas costas suavemente, apenas segurando ele.

Ficaram assim por um longo tempo.

Finalmente, Blaine falou. Era um murmúrio, tão suave que Kurt não teria sido capaz de ouvi-lo, se ele não estivesse tão perto.

"Como foi que eles nunca conseguiram quebrá-lo?"

Kurt fungou ligeiramente. "Eles quebraram."

"Não, Kurt, eles não o fizeram. Seus olhos... eles não são como os outros. Seus olhos são livres. Em cinco anos, você nunca deixou ninguém tirar isso de você. Nem consigo... você é simplesmente fantástico."

"Eu... eu me sinto muito quebrado, Blaine." A voz de Kurt era muito baixa. Blaine abraçou mais apertado.

"Claro que sim. Mas você não esta. Você é forte e feroz, vivo e inteiro. posso vê-lo, mesmo se você não fizer isso, Kurt. Isso foi o que fez me apaixonar por você."

Kurt ficou tenso um pouco, e Blaine afrouxou o aperto, mas Kurt não o afastou. Depois de um momento, ele relaxou de volta para o abraço.

"Não que eu pensei que você fosse frágil e fraco", continuou Blaine, "é que eu sabia que você era incrível e poderoso e cheio de fogo. Não importa o que fizeram com você, Kurt, e não importa que eles fizeram você pensar que estava escolhendo fazer isso, para se manter vivo, eles nunca realmente te tocaram. Duvido que eles tenham chegado perto."

Kurt estremeceu. "Dronyen ficou muito perto", ele sussurrou. "Se você não tivesse... eu não sei o quanto mais eu tinha restando em mim, Blaine. Acho que ele realmente queria me destruir."

"Ele queria", Blaine concordou dolorosamente. "Mas ele não vai."

Kurt respirou fundo contra o tamborilar constante dos batimentos cardíacos de Blaine.

"Eu realmente espero que tudo isso seja verdade, Blaine. Espero que você não seja apenas um tipo diferente do sádico que Dronyen é. Porque eu vou te dizer uma coisa agora, e isso vai me deixar completamente indefeso."

Blaine respirou fundo, mas não falou. O que ele poderia dizer?

"Eu... eu acho que eu confio em você. Na verdade, eu sei que eu confio em você. E se você me trair agora, vai me quebrar. total e completamente. "

Kurt levantou a cabeça do peito de Blaine e olhou-o nos olhos.

"Você tem o poder de me quebrar, Blaine", repetiu ele. "E isso... isso é tudo o que eu queria dizer."

Kurt olhou, esmagado pela intensidade nos olhos de Blaine. Ele sentiu Blaine mover a mão suavemente para a maçã do rosto de Kurt.

"Eu prometo que não vou te trair, Kurt", disse ele simplesmente.

Kurt fechou os olhos, fundindo-se com o toque de

Blaine. Sentia-se amado e seguro de uma forma que só tinha vivido em memórias fantasmas, juntando teias de aranha em seu coração, por muito tempo.

"Obrigado", Kurt respirava. "Por... só... obrigado."

Blaine sorriu enquanto Kurt reclinou a cabeça para trás e para baixo, na curva de seu pescoço.

"Obrigado por confiar em mim", respondeu ele.

Naquela tarde, encontraram-se cavalgando pela primeira vila inevitável de sua jornada. Eles pararam para alimentar ambos os cavalos e eles mesmos, e para repor o material que tinha começado a diminuir. Era uma pequena aldeia, e não uma rica, o que significava que todos os olhos estavam sobre

Kurt. Blaine tinha que tratá-lo como um escravo, e Kurt tinha que tratar Blaine como seu mestre. Qualquer coisa fora do comum poderia se tornar uma história digna de ser contada, e isso simplesmente não era uma opção.

Foi incrivelmente estranho, especialmente dada a doçura de sua conversa mais cedo naquele dia.

Blaine soltou ordens, dizendo a Kurt o que buscar para ele e fazendo Kurt carregar fardos pesados, completamente sozinho, quando Blaine poderia facilmente tê-lo ajudado.

Blaine fez o seu melhor para se desculpar com os olhos sempre que a oportunidade se apresentou. A cada vez, Kurt respondeu com um olhar silencioso de simpatia e compreensão, e Blaine sabia que ia ficar tudo bem entre eles.

Eles estavam sentados em um grande banco perto de um conjunto de lojas, aproveitando o sol, quando um homem se aproximou deles. Kurt estava comendo uma maçã e Blaine estava comendo um pedaço de queijo com pão.

O homem aproximou-se deles, com um sorriso suave, seus olhos duros como rocha.

"Olá, senhor, Grade é meu nome. Eu não acredito que já tive o prazer de te conhecer, antes."

Blaine olhou com um olhar praticado de tédio irritado. "Jor", disse ele. "Só de passagem. No caminho para B'aufe".

"Prazer em conhecê-lo, Jor. Diga, é um elfo muito bonito, que você tem aí. Posso?"

As mãos de Grade estavam prontas para tocar Kurt.

"Não, você não pode", disse Blaine, tentando manter a voz o mais uniforme possível. "Não está à venda."

"Bem, veja, eu entendo isso. Uma criatura como esta, você quer segurar por algum tempo. Mas alguns amigos e eu, poderíamos ser capaz de arranjar um pouco de moedas, se é que você me entende. Você vai ficar na cidade, hoje à noite? "

"Não", disse Blaine com firmeza. Um pouco demasiado firmemente. "Tenho que voltar pra estrada. Prazer em conhecê-lo, no entanto." Blaine ficou de pé e acenou para Kurt segui-lo.

Grade fechou a mão em torno do pulso de Kurt. Blaine se virou.

"O que eu posso te dar por quinze minutos com ele, Jor? Tenha um coração. Nós não temos muita carne de qualidade por aqui."

Blaine pegou Grade pelas lapelas e bateu-o contra o banco.

"Eu sinto muito, Grade, mas eu pareço um homem que precisa de seu dinheiro?" ele assobiou. "Eu pareço um homem que gosta de compartilhar seus brinquedos?"

Ele empurrou Grade para o banco, com força.

"Vamos," Blaine murmurou para Kurt. "Precisamos dar o fora daqui agora."

"Oh, então é assim, não é?" Grade chamou atrás deles. "Vocês são só um par de meninos indo pra Khryslee, não é? Bem, eu não quero o seu elfo selvagem imundo de qualquer maneira, sua abominação!"

Kurt e Blaine conseguiram voltar para o carro em tempo recorde. Kurt tomou as rédeas e conduziu-os a leste para fora da aldeia. Uma vez fora de vista, eles seguiram em um grande círculo, até que foram no sentido oeste, mais uma vez.

Eles não falaram por um bom tempo.

Finalmente, Blaine disse: "Sinto muito, Kurt."

"Você diz isso muito, você sabe."

"Bem, eu sinto que eu deveria."

"Blaine, você não tem nada que se desculpar. Estou feliz por nós deixarmos aquele horrível lugarzinho. Pequenas aldeias são, com certeza, o pior. Você sabe que é considerado maus modos, não alugar o seu escravo por um preço justo, no entanto. "

"Tudo bem. Então eu tenho maus modos. Pelo menos eu tenho uma alma."

"Isso você certamente tem." Kurt sorriu, tentando derreter um pouco da tensão que Blaine estava claramente carregando desde o confronto.

Blaine sorriu de volta, e pareceu relaxar um pouco.

"Kurt?"

"Sim?"

"Você sabe do que ele estava falando? Khryslee?"

Kurt ficou em silêncio por um momento.

"Sim," ele finalmente disse.

Blaine esperou por Kurt para continuar. Quando ele não o fez, Blaine pressionou.

"O que é isso?"

"É um lugar."

"Bem, sim, eu meio que entendi isso. O que ele quis dizer? Que tipo de lugar é esse? Eu não acho que eu já ouvi falar disso antes."

Kurt suspirou e parou a carruagem.

"Pegue um de seus mapas."

Blaine o fez, e Kurt se inclinou nele.

"Vê... lá?" Ele traçou o que parecia ser uma estreita faixa, logo após a entrada para as Terras das Fadas.

"É perto da fronteira Villalu, realmente. Você tem que passar por..." (Ele falou o nome, e foi totalmente impronunciável para Blaine) "... só por um pouco, e então aí está você. Estas são terras altamente protegidas. Daqueles que desejam viver lá, só alguns são bem-vindos. Mas é o único lugar que eu conheço onde... "

"Onde...?"

"Onde... pares não convencionais são aceitos."

O coração de Blaine começou a bater em seu peito. Kurt estaria dizendo a ele... o que ele quis dizer...?

"Sim", Kurt respondeu à pergunta nos olhos de Blaine "seres humanos e Sidhe vivem lá como companheiros, mas outros fazem também. Mulheres humanas que se amam e não querem viver como propriedade dos homens, homens humanos que querem estar um com o outro em vez de tomar um escravo e se casar com uma mulher que não desejam, casais Sidhe não abençoados... " Kurt deu de ombros. "É suposto ser um lugar bonito", completou.

"Soa bonito," Blaine respirava.

Kurt riu. "Eu quis dizer a paisagem. A flora e a fauna. É para ser bastante exuberante. Mas é muito raro qualquer um ver, a menos que eles estejam planejando se mudar... Permanentemente."

"Será que... eles permitem que pessoas entrem sozinhas?"

Kurt ergueu as sobrancelhas em questão.

"Eu só quis dizer... bem, uma vez que você chegar em casa, eu vou precisar descobrir um plano para mim. Eu não posso ficar em Villalu, e eu sinto que eu não seria particularmente bem-vindo no país das fadas... "

"Esse sentimento está correto", confirmou Kurt.

"Então, eu me pergunto se... bem, talvez eu pudesse ir para Khryslee. Acho que eu poderia viver em um lugar como esse."

Kurt o estudou. Blaine tinha ficado bastante proficiente em ler as expressões de Kurt em um pequeno espaço de tempo, mas essa não foi uma delas. Este olhar era um mistério absoluto.


"Eu não sei, Blaine, mas eu acho que você deveria tentar", disse ele, finalmente, pegando as rédeas de volta e seguindo em seu caminho.



Na aldeia de G'auri, um mensageiro real entrega um pergaminho para o mordomo. O mordomo pendura na janela da loja de suprimentos em geral, onde todos os avisos importantes foram colocados em exposição.

No caminho para casa a partir da taverna, ainda se sentindo frustrado e irritado de um incidente mais cedo naquele dia, um homem chamado Grade pára para estudar o pergaminho.

Parecia que um dos cortesãos do príncipe Dronyen havia fugido com um monte de ouro, bem como um escravo Sidhe especial, de alta qualidade. O palácio estava oferecendo uma recompensa por qualquer informação que possa levar à captura deste homem.

Grade leu a descrição física do criminoso em geral.

Ele sorri para si mesmo.



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